
O Santo Padre “une-se ao luto das famílias e de toda a Confederação Suíça”, por todas as vítimas do “trágico incêndio ocorrido em Crans-Montana na noite de 1º de janeiro, que ceifou mais de quarenta vidas e deixou muitos feridos”, diz o Papa Leão XIV em telegrama endereçado ao Bispo de Sion, Dom Jean-Marie Lovey.
O Pontífice dirige-se aos afetados pela tragédia por mensagem, assinada pelo Cardeal Secretário de Estado, Pietro Parolin. “Sua Santidade, o Papa Leão XIV deseja expressar sua compaixão e solicitude às famílias das vítimas”, ao mesmo tempo que “reza para que o Senhor acolha os falecidos em Sua morada de paz e luz e sustente a coragem daqueles que sofrem no coração e no corpo”.
“Que a Mãe de Deus, em sua ternura – foi seu desejo ao final da mensagem – leve o consolo da fé a todos os afetados por esta tragédia e os mantenha na esperança”.
O incêndio e uma explosão ocorreram à 1h30 da manhã do dia 1º de janeiro na estação de esqui de Crans-Montana, na Suíça, durante uma festa de Ano Novo no Le Constellation.
A ocorrência deixou pelo menos 40 pessoas mortas, segundo as autoridades suíças. Entre os 115 feridos, “80 a 100 pessoas estão em estado crítico”, disse StéphaneGanzer, chefe do departamento de segurança do Cantão de Valais, à rádio francesa RTL, mas o número de vítimas pode aumentar. “Das centenas de pessoas hospitalizadas – acrescentou – muitas ainda não foram identificadas”.
“Muitas das vítimas estão irreconhecíveis”, relataram fontes locais. Muitas delas eram muito jovens. Os hospitais estão no limite, o que fez com que 14 feridos fossem transferidos para a Polônia e 8 para a França.
O estopim foi, provavelmente, uma pequena vela acesa, preparada por garçons em uma garrafa de champanhe e colocada no teto: as chamas começaram ali e se espalharam, rapidamente. Muitos jovens italianos também estavam envolvidos no incêndio.
Fonte: Vatican News



