Nesta quinta-feira (10), a Capital Paraense recebe, às 9h, a Corda do Círio

 

Foto: Luiz Estumano
 
 
 
Nesta quinta-feira (10), a Capital Paraense recebe, no estacionamento do Centro Social de Nazaré, às 9h, a Corda do Círio, um dos maiores símbolos da festa da Padroeira dos Paraenses. A corda, como tradicionalmente, é utilizada nas principais procissões da Trasladação e do Círio, este ano, ficará em exposição para que fiéis possam pagar suas promessas. Ano em que o  Círio será em casa acompanhando a programação pelos meios de comunicação da Fundação Nazaré e redes sociais, sem perder o principal sentido, a fé.
 
A partir do dia 23 de setembro, fiéis poderão ver a corda, de 800 metros, de perto na exposição que ocorrerá na Estação das Docas. A outra parte da corda seguirá, nas 95 paróquias, uma programação a ser definida pelo Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa.
 
E neste sábado (12), no Colégio Santa Catarina, a Diretoria da Festa de Nazaré realizará a vistoria na corda. Como ocorre nos anos anteriores, a corda foi produzida no Estado de Santa Catarina, pela empresa Itacorda e a Expresso Vida Transporte foi a responsável pela chegada em Belém. 
 
Corda do Círio – Um dos maiores símbolos é feita de sisal, possui 800 metros, dividida em duas partes de 400 metros. Foi confeccionada, e permanece, adaptada às  estações de metal que auxiliam no traslado da berlinda durante as procissões.   
 
Histórico – A origem da corda se deu em 1885, na procissão, a baía do Guajará havia transbordado, e a berlinda, na época, puxada por bois, não conseguiu avançar por causa do atoleiro. Então, os fiéis tiveram a ideia de puxar a berlinda com uma corda. A partir desse momento, seguiu-se a tradição de conduzir a berlinda com a corda, símbolo de fé. E devotos pagam promessas por graça alcançada.
 
Para segurança dos promesseiros, em 2004, a corda passou a ser dividida em cinco estações, em formato linear, utilizado nos dois dias, Trasladação (sábado) e Procissão do Círio (domingo). Durante o trajeto os promesseiros contam com a equipe de animadores da corda, responsáveis por estimular os devotos, através de palavras de incentivo e orações, a permanecer na corda até finalizar a procissão. 
 

 
 

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