Por Pe. Antônio Mattiuz, csj
23 – Santidade ou pecado: eu devo escolher
Esse assunto está na Bíblia em Is 5, 1-7 e em Rm 12 1-2. 9-21.
Deus plantou a sua vinha para colher uvas perfumadas e saborosas.
A sua vinha são os cristãos. Ninguém foi plantado para produzir uvas amargas ou venenosas.
Mesmo assim, todo dia, vemos frutos venenosos como: assaltos, roubos, furtos corrupção, homicídios, pedofilia e outros.
Deus fez tudo para cultivar e adubar a sua vinha: deu mandamentos, enviou profetas e, por fim, enviou até o seu próprio filho Jesus Cristo para nos falar, nos tornar filhos de Deus e dar começo ao Reino do céu.
Apesar disto muitos batizados trilham o caminho do pecado, do egoísmo, do orgulho e da desonestidade.
Deus plantou em nosso coração a consciência que ilumina e guia a nossa vontade para aderir ao Senhor e às suas leis.
A consciência é o grande juiz, mas ela precisa ser educada segundo os valores de Deus pregados no Evangelho.
Jesus semeou em nós a boa semente e nos deu o exemplo. Quem imita a Jesus e segue torna-se cristão.
Cada um de nós deve escolher de fazer a vontade de Deus ou de ir contra ela, de viver a vida nova de filho de Deus ou de viver a vida desregrada do homem velho que trilha caminhos do príncipe das trevas.
Cada um escolhe seguir Deus ou seguir o príncipe do mal, o diabo.
Toda a vida do cristão se resume em contínuas escolhas de vida ou de morte, de virtude ou de pecado. Cada um escolhe o que quer.
A salvação ou a perdição dependem das escolhas de cada um. O que a pessoa escolher, isso ela terá.
Eu posso escolher ser filho de Deus e cristão praticante, ou filho das trevas, da morte e seguidor do diabo.
A cada dia, eu posso escolher praticar o Evangelho ou ser egoísta, orgulhoso, desonesto, violento, corrupto, adúltero, assassino.
O pecado não é apenas erro, mas é uma escolha de vida ou de morte.
Deus nos criou livres e respeita sempre a nossa liberdade.
A toda hora podemos escolher o amor ou o desamor, a vida ou a morte, o bem ou o mal. O que tivermos escolhido isto nos será dado.
Deus não condena ninguém, mas respeita sempre as nossas escolhas de vida ou de morte, do bem ou do mal, da luz ou das trevas.
A salvação ou a perdição dependem das escolhas de cada um.



