RuslanRussland/Adobe Stock
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O universo infantil pede que os adultos se adequem à sensibilidade dos pequenos e os eduquem na fé com simplicidade, mas, ao mesmo tempo, sem transmitir ideias teologicamente incorretas. Nesse sentido, como é possível preparar as crianças para receber o Sacramento da Confissão? Este episódio da série “Vocação Catequista” quer te ajudar a refletir sobre o assunto.

catequista e produtor de conteúdo digital, Diácono Alexandre Varela, fala qual a importância da confissão e a forma mais adequada para preparar os mais jovens para receber o sacramento. O Diácono destaca o “alargamento dos corações” para receber o amor de Deus como caminho para o desejo de retomar a relação com Ele.

“A noção de pertença à Assembleia dos Santos, de pertença ao Paraíso em união com Deus, é a coisa essencial que o catequista precisa entregar para os seus catequizandos. Talvez essa noção seja mais complexa para os adultos, mas para os pequenos, a noção do amor“, disse.

O catequista recorda que a confissão é a possibilidade que temos de retornar à comunhão com Deus, que o pecado nos tirou. E o mais importante na catequese para o sacramento é cultivar o desejo da misericórdia e de estar de bem com Aquele que nos ama e que amamos. Por isso, quando esse amor é trabalhado, fica mais natural para as crianças, ou mesmo para os adultos, compreenderem a finalidade da confissão.

Além disso, no conteúdo, o convidado explica o momento ideal para ensinar sobre o assunto na catequese, como orientar o exame de consciência, como saber se a criança está preparada para receber a Reconciliação e a importância da família nesse caminho de educar na fé e no amor. Sobre o último tópico, o Diretório para Catequese também ensina que:

“A família é o berço da catequese. Os valores adquiridos, como união, espiritualidade, respeito, justiça e afeição aos pais, fecundam e abrem o coração para os caminhos da fé. A formação recebida em casa tem forte influência na maturidade da fé na vida dos adultos.” (Diretório para Catequese)

Mas, conforme recorda o Diácono, nem todas as crianças receberam em casa esse cuidado afetivo e efetivo. Nesses casos, será necessária uma atenção ainda maior dos catequistas e da comunidade paroquial para ensinar a relação filial com Deus, introduzindo-os nesse amor e na formação desses valores que levam à fé.

“Catequistas e catequizandos, com experiências familiares menos positivas, deverão achar na comunidade espaço e estímulo para superar dificuldades e até ajudar outros que se encontrem na mesma situação (cf. CDC, n. 774 82).” (Diretório para Catequese)

Conte nos comentários se este episódio foi importante para você e compartilhe com outros pais e catequistas!

Fonte: Portal A12 /Por Giovana Marques

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