O Papa vai iniciou neste domingo, 5, um período de férias, na residência pontifícia de CastelGandolfo, nos arredores de Roma, onde permanece até 27 de julho.
“Durante este período, ficam suspensas todas as audiências gerais, privadas e especiais. As audiências gerais serão retomadas na quarta-feira, 5 de agosto”, assinala uma nota da Prefeitura da Casa Pontifícia.
Nos domingos de julho, o ângelus será recitado, com os peregrinos, na Praça da Liberdade, em CastelGandolfo.
A localidade nas margens do lago Albano é escolha dos Papas para o período estival desde Urbano VIII (1623-1644), num castelo que pertence à Santa Sé, com direito de extraterritorialidade.
Cada castelo da região tem o nome do senhor da fortaleza – no caso da residência pontifícia era a família Gandulfi, natural de Génova.
Cerca de 1200, os Gandulfi construíram o seu pequeno castelo que, no século seguinte passou para a família Savelli, a qual manteve esta edificação até 1596; nesse ano, por causa de uma dívida que a família não conseguiu pagar ao Papa Clemente VIII (1592-1605), a propriedade passou para o pontífice e, em 1640, foi declarada propriedade inalienável da Santa Sé.
João Paulo II, Papa entre 1978 e 2005, passou vários períodos do ano em CastelGandolfo e Bento XVI (2005-2013) costumava passar as suas férias de verão nesta localidade, que o acolheu nas primeiras semanas após a renúncia ao pontificado.
Leão XIV tem escolhido CastelGandolfo para passar um dia semanal de repouso e estudo.
Fonte: Agência Ecclesia




