O Sínodo da Amazônia foi realizado em Roma nos dias 06 a 27 de outubro 2019.
A Igreja católica está muito preocupada com a pastoral e com a evangelização das pessoas que vivem nas 9 nações que formam a Região Amazônica como índios, ribeirinhos e quilombolas.
Para que essas pessoas possam viver bem é necessário que a natureza e o meio ambiente sejam preservado e protegidos.
Se a floresta for devastada, a terra revirada para a exploração indiscriminada de minerais e a água poluída, toda a natureza se desequilibrará, trazendo morte para as pessoas mais frágeis, morte para a biodiversidade e para a humanidade do Brasil e do planeta.
A floresta amazônica produz rios aéreos, com mais água do que o Rio Amazonas. Esses rios aéreos voam pelos ares e irrigam o cerrado de Minas, Goiás, Mato Grosso e norte do Paraná.

Devastada a floresta na Amazônia, esses rios aéreos secarão, e o cerrado brasileiro será um grande deserto como o Saara.
A própria Amazônia virará um cerrado como o nordestino.
A desastrosa queimada do Pantanal deveu-se à devastação da floresta amazônica que diminuiu muito os ‘rios voadores’.
A derrubada da floresta amazônica não traz vantagens para o povo, mas enriquece só alguns poucos gananciosos, egoístas e inescrupulosos que se apropriam das riquezas de todos, causando imensos prejuízos à região, à humanidade e à criação de Deus.

A floresta amazônica é devastada para tirar a madeira, para formar grandes pastagens ou para plantar grãos para exportar.
É horrível, anti-humano e anticristão pensar só em si, no aqui e agora, sem se importar com os gravíssimos danos aos outros.
É justíssima a preocupação do Papa Francisco a esse respeito.
Se o Papa Francisco anda preocupado com a Amazônia, pode um cristão cursilhista ficar indiferente?
“Sede vigilantes”, diz Jesus. Vamos espalhar a semente da preservação do ambiente que algo germinará e crescerá.
Rezemos ao Espírito Santo para que ilumine e fortaleça os Bispos e o Papa a fim de tomarem decisões eficazes nesse Sínodo.

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