Para explicar as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora na Igreja (DGAE), é preciso, primeiramente, refletir quea Igreja não comunica a si mesma, mas o Evangelho, a Palavra e a presença transformadora de Jesus Cristo, na realidade em que se encontra. Desta forma, está preocupada em traçar um plano e propósitos que possam direcionar os trabalhos das dioceses e movimentos eclesiais em todo o Brasil.
Em 2026, a 62.ª Assembleia Geral da CNBB revisa estas diretrizes para integrá-las ao caminho da sinodalidade e aos frutos do Jubileu da Esperança.
Objetivo das diretrizes
As “Diretrizes” têm como objetivo apresentar e promover a pastoral das dioceses, paróquias e realidades eclesiais. Atualmente, o foco central é a consolidação das “Comunidades Eclesiais Missionárias”, buscando uma Igreja “em saída” que seja casa da Palavra, do Pão, da Caridade e da Missão.
A última atualização é inspirada nos Atos dos Apóstolos, nas primeiras comunidades cristãs e na importância da Palavra de Deus, e acentua muito a importância da espiritualidade e do serviço aos irmãos.
Estrutura do Documento
O texto das diretrizes é estruturado em quatro partes:
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1º capítulo: Aprofunda os rumos da Igreja no mundo urbano atual e os desafios da cultura digital; |
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2º capítulo: Destaca o olhar dos discípulos missionários sob a ótica da sinodalidade; |
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3º capítulo: Retoma a inspiração das primeiras comunidades cristãs; |
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4º capítulo: Traz indicadores para a atuação da Igreja nos grandes centros urbanos e periferias existenciais. |
O desafio será transformar estas diretrizes em projetos pastorais que, respeitando a unidade da Igreja em todo o Brasil, respondam às realidades diversificadas.Conforme apresentado na 62.ª Assembleia Geral, estas diretrizes visam uma renovação que alcance desde as estruturas diocesanas até a presença missionária nos ambientes digitais.
Fonte: Portal A 12 / Escrito por Redação A12 – Editado por Luciana Gianesini /
Com CNBB/ Vatican News




