
A Igreja Católica celebra no dia 23 de abril um dos mártires dos primeiros séculos da Igreja. O que marca São Jorge é o testemunho de sua fidelidade a Jesus Cristo, e até por isso, é venerado tanto pela Igreja Romana, como pela Igreja Ortodoxa e pela Igreja Anglicana.
O santo é relembrado nesta data, pois além do dia do seu martírio, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele na cidade de Lida em Israel.
O missionário redentorista Padre Camilo Júnior detalha um pouco mais do testemunho do guarda pessoal do imperador Diocleciano: Jorge sempre lhe incomodou a forma como o império romano tratava os que acreditavam em Jesus Cristo e sempre procurava amenizar o sofrimento daqueles que eram perseguidos e torturados por causa da fé.
No livro “Vida de São Jorge: Orações, ladainha e novena”, do Frei Adauto Felisário Munhoz, mostra as origens do santo, sua passagem em Roma, da sua fé em Cristo, de defesa do catolicismo, curiosidades e também um devocional com orações e o novenário em honra ao Santo guerreiro.
“Logo após sua morte, Jorge passou a ser venerado como santo, como guerreiro de Deus, intercessor de todos no Céu e símbolo da luta do bem contra o mal. Que São Jorge mora na lua, foi uma invenção brasileira, pois ele está no paraíso, junto dos eleitos, intercedendo incansavelmente por todos os seus devotos. Seu testemunho de fé é para nós um sinal de fidelidade ao amor de Deus à Igreja e aos ensinamentos evangélicos de Jesus Cristo”, diz o autor.
Em mais de 100 páginas, o livro ensina que Jorge viveu sua fé dando um forte testemunho de vida e que para agradecer ao santo, devemos praticar a caridade com o próximo e que tenhamos conosco o exemplo da vivência evangélica de São Jorge: a oração diária, o amor a Deus e a obediência à Igreja, sendo essa a forma mais certeira para pedir a intercessão do guerreiro.
Fonte: Portal A12 / Escrito por Alberto Andrade – Editado por Beatriz Nery


